Continuando nossa série de reportagens sobre a Expointer, vamos falar sobre a segunda visita que o autor do site fez à Feira, nesta segunda-feira (30/08, pela manhã).
O movimento da Expointer era muito grande, mesmo sendo segunda de manhã e o tempo fechado. Escolas, crianças, adolescentes, produtores rurais e diversos profissionais e pessoas de todas as idades movimentaram o parque.
Conversei com diversas pessoas, entre as quais, uma garota indígena que vendia artesanato típico kaigangue, promotores de empresas públicas e privadas e pecuaristas.
Entrevistei o Sr. Renan Mallmann de Oliveira, pecuarista de Santiago que possui a Cabanha Jardim, no interior do Município. Ele foi bastante símpático.
Por curiosidade, o animal mais pesado da feira, um dos touros desta cabanha, é lavrense, com 1.265 kg.
Na feira, podemos encontrar de tudo um pouco. Os lanches são os mais variados, desde espetinhos de morango com chocolate branco, crepes de queijo, xis, pastel, founde, até churrasco, passando pelos mais diversos pratos da culinária regional e nacional. Estandes de todos os tipos de empresas são encontrados.
Desfiles de máquinas, julgamentos, desfiles de cães, transmissões ao vivo de programas de todos os grupos de comunicação do Estado... Tem de tudo um pouco.
E, a exemplo da visita anterior, a hospitalidade foi marcante. um irreverente vendedor de crepe, um peão educado que me autorizou a tirar fotos do gado, uma garota simpática a qual perguntei as horas e me respondeu com muita doçura... Este é o nosso Rio Grande, esta é a nossa Expointer.
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